O prazer de fazer o que se gosta sendo Acompanhante: é possível ter prazer sexual com seus clientes

Certamente você deve ter escutado que acompanhantes não sentem – ou não deveriam sentir – prazer sexual com seus clientes. Esse pensamento é enraizado, principalmente, na ideia de que quem trabalha nesse ramo o faz por obrigação do que por qualquer outra coisa. A verdade é que, seja por obrigação ou não, é possível, sim, ter (muito) prazer em cada encontro.

É claro que existem inúmeras profissionais do sexo que, de fato, não sentem prazer algum com seus clientes. E isso pode acontecer, principalmente, por dois motivos: no caso de profissionais mulheres, pela dificuldade natural que muitas têm em atingir o orgasmo, e pelo receio de relaxar e se entregar para seus clientes (o “sexo por obrigação”).  Seja a razão que for, uma simples mudança de perspectiva pode tornar o trabalho de acompanhantes muito melhor – e mais prazeroso.

Profissional do sexo não, necessariamente, trabalha por obrigação

Um dos principais motivos que levam as pessoas a acreditarem que profissionais do sexo não sentem prazer em seus encontros é pelo caráter de “obrigação” atribuído à profissão. Afinal, muitos ainda pensam que só trabalha nessa área quem não teve outra oportunidade. Logo, a pessoa não trabalha como acompanhante porque quer, mas porque precisa.

No entanto, há muitos relatos de profissionais que entraram nesse ramo e, mesmo podendo sair, optaram por ficar – por simplesmente gostar do que fazem. Afinal, quem gosta de sexo e de ganhar dinheiro pode perfeitamente se encontrar nessa profissão, não é mesmo? Além disso, existem várias outras formas de ganhar dinheiro quando não se tem muitas oportunidades.  É por isso que quem ainda acredita que acompanhantes trabalham apenas por obrigação está muito engando.

É claro que existem, sim, muitos casos de pessoas que entram nessa vida realmente porque precisam e porque não encontraram alternativas. Ainda assim, isso também não significa que a profissão não possa se tornar prazerosa. O prazer, aliás, pode ser o segredo para tornar aquilo que é feito “por obrigação” muito mais leve e proveitoso.

Mudar o ponto de vista pode facilitar a vida dos (as) acompanhantes

Agora meu assunto é para você, acompanhante, que ainda sente dificuldade de se entregar e sentir prazer em seus encontros. Você já parou para pensar que pode estar perdendo tempo de ter um trabalho muito mais divertido e prazeroso porque a sua cabeça não está permitindo que você relaxe?

Se você ficar pensando, a cada novo cliente, que “é só mais um”, transar com sentimento de obrigação e esperando que o encontro acabe, sua profissão, enquanto acompanhante, trará apenas infelicidade, insatisfação pessoal e profissional e nada de prazer. Isso porque, na grande maioria das vezes, só é possível gozar e sentir prazer quando se está conectado com o próprio corpo, mentalizando formas de se satisfazer – e, claro, de satisfazer o outro. 

Nesse caso, você consegue imaginar que deliciosa é a sensação de dar prazer para outras pessoas? Mais ainda: no quanto poder sentir satisfação sexual e, ao mesmo tempo, ganhar dinheiro com isso, pode ser maravilhoso? Focando nessas percepções você estará tornando seu trabalho melhor, porque você simplesmente começará a trabalhar com mais… prazer! E é perceptível a diferença de quem trabalha com vontade e quem trabalha por obrigação – em qualquer área.

Não quero dizer, com isso, que transar com clientes sempre será fácil e prazeroso. É claro que isso não é verdade – a profissão também é cheia de dificuldades para as acompanhantes. A questão, aqui, é que tornar o trabalho melhor e satisfatório pode depender apenas de você, mais especificamente do seu ponto de vista. Isso não significa que sempre será bom, mas que você saberá que, da sua parte, está trabalhando para que isso aconteça.

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