Comigo é na base do beijo, e com você?

Dia 13 de abril é comemorado o Dia do Beijo. E não há quem não aprecie esse tipo de carícia, não é mesmo? Selinho, beijo de língua, beijo de esquimó e até o beijo grego; as modalidades são muitas e costumam ser o principal gatilho para uma prazerosa relação sexual. Porém, no mundo dos acompanhantes, isso nem sempre acontece.

Há muitos profissionais do sexo que acreditam que seja uma prática mais íntima e, por esse motivo, preferem não realizar em seus atendimentos. É como se, ao beijar, cliente e acompanhante estabelecessem um tipo de vínculo – quando nem sempre é isso o que se espera desses encontros. E com você, é na base do beijo?

Acompanhantes que preferem evitar o beijo na boca: exagero ou não?

Um dos maiores clássicos do cinema de 1990 retratou exatamente essa realidade. No filme “Uma Linda Mulher”, a profissional do sexo, Vivian, interpretada por Julia Roberts, tinha uma regra para os seus encontros: ela não beijava seus clientes na boca para não correr o risco de se apaixonar. 

No filme, porém, ao se envolver com Edward, interpretado por Richard Gere, ela acabou quebrando essa regra, e o beijo rolou solto O resultado: Vivian ficou perdidamente apaixonada pelo cliente – que, tempo depois, virou seu namorado. É claro que esse é um enredo de filme, mas, será que o beijo pode realmente mudar a relação de cliente e acompanhante?

Essa questão é bem pessoal, mas podemos levantar algumas ponderações sobre ela. Se o beijo, por si só, aumentasse o risco de “apaixonamento”, os atores do mundo inteiro viveriam apaixonados pelos seus colegas de profissão, não é mesmo? – ainda que praticando o beijo técnico. De igual forma, muitas pessoas acabam se conhecendo em baladas, trocando beijos, e nada de sentimento envolvido. E isso é perfeitamente normal e possível.

O fato é que o beijo, por si só, não tem o poder de tornar a relação mais intima ou de fazer com que as pessoas se apaixonem. É preciso bem mais que isso para que um vínculo seja criado. Intimidade, para ser conquistada, requer tempo e convivência. Paixão, por outro lado, até pode ser despertada de uma hora para outra, mas também precisa de um conjunto de vários outros fatores para acontecer – não somente um beijo.

É claro que aqueles que preferem não beijar em seus encontros têm esse direito e precisam ser respeitados. Mas, se os motivos forem receio de gerar intimidade e paixão, essa decisão pode ser repensada. 

Um diferencial a favor dos(as) acompanhantes

Beijar, todo mundo pode. Mas beijar bem não é uma arte dominada por todos. A pessoa pode até ser muito bonita e cheia de tributos, mas, se não tiver um bom beijo, pode colocar tudo por água abaixo – e até mesmo perder clientes. Afinal, na grande maioria dos encontros, é com o beijo que tudo começa.

Acima de tudo, é uma questão de prática – mas, claro, também é uma questão de gosto. Muitas vezes pode ser bom para um e péssimo para outro. Ainda assim, há algumas unanimidades quando o assunto é beijar bem.

Um beijo lento, com leves mordidas nos lábios, provocações e sorrisos pode levar qualquer um à loucura. A língua também tem papel fundamental. Se não for bem utilizado, poderá se tornar uma experiência desagradável. Por falar nisso, o hálito também precisa estar em dia para que o beijo seja bom.

Acompanhantes que dão a devida importância para o beijo certamente oferecem um diferencial para os seus clientes. Em termos de primeira impressão, quem beija bem, também transa bem. Portanto, um bom beijo pode garantir que o encontro seja muito prazeroso – e o cliente poderá pedir bis.

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