Levamos nossa mensagem para as bancas de jornais, para as ruas e para as redes. Confira as ações que pararam o Rio de Janeiro contra o preconceito, em defesa da liberdade de anunciar e do direito ao trabalho de acompanhantes.
O preconceito não pode estar acima da Constituição. Após os ataques infundados do Deputado Estadual Alexandre Knoploch à nossa publicidade no Campeonato Carioca, a Fatal Model decidiu que a verdade precisava ser vista por todos.
Não ficamos apenas nos tribunais. Fomos para as ruas mostrar que a nossa luta por respeito, segurança e dignidade é real e inegociável.
Hoje, 17/03/2026, o Rio de Janeiro se tornou palco de uma série de ações que ampliaram o debate e expuseram, de forma clara, o apoio popular e midiático à discussão sobre preconceito, legalidade e liberdade econômica.
A repercussão na mídia
A repercussão ganhou um espaço relevante na imprensa. Ocupamos as capas dos jornais de maior circulação do Rio de Janeiro, como O Dia e o Meia Hora, levando a discussão para milhões de leitores..
Com a mensagem “Quem defende a família, defende a Fatal Model”, reforçamos que proteger a integridade e os direitos de uma classe trabalhadora é o papel de uma sociedade justa.



Capas de jornais destacando o tema e ampliando o alcance da discussão.
A campanha ganhou as ruas
Para garantir que o debate chegasse a todos os cantos, colocamos nossa resposta em movimento.
A discussão deixou os gabinetes e passou a ocupar espaços públicos de grande circulação. Caminhões de mídia digital levaram a mensagem clara contra o preconceito e em defesa da legalidade.

Influenciadores ampliam o debate
Nas redes, a perseguição política gerou uma onda de apoio.
Criadores de conteúdo e influenciadores digitais também passaram a abordar o tema e se juntaram à causa, trazendo diferentes perspectivas e reforçando a importância de discutir sobre o assunto sem preconceitos.
Projetamos um alcance médio que pode chegar a milhões de visualizações, crescendo a cada hora.
Mais do que uma resposta, um movimento
O que começou como uma resposta a declarações isoladas se transformou em algo maior: um movimento de visibilidade, discussão e posicionamento público.
A mobilização mostrou que o tema não pode ser tratado com simplificações ou preconceitos, ele exige debate sério, baseado em fatos e na legislação.
A Fatal Model segue comprometida com a transparência, com o respeito à lei e com a defesa de uma atividade que existe, movimenta a economia e merece ser tratada com dignidade.
O que vimos nas ruas do Rio de Janeiro foi mais do que uma campanha. Foi um sinal claro de que o debate precisa evoluir.
O preconceito não pode estar acima da Constituição. E seguimos por aqui defendendo os direitos de trabalhadoras sexuais com os pilares que nos trouxeram até aqui: respeito, segurança e dignidade.


